domingo, 25 de abril de 2010

Novus

Nada é novo embaixo do sol
Charlatãs a passar pelas novas
Assim é ao encontrar Serzedêlo
O insano tenta esfaquear Pariquis

Nada é novo embaixo do sol
A fumaça e o calor ameaçam
Não se leva poesia ou música
A gasolina não importa mais

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Ha muito tempo não escrevia um poema realmente da maneira clássica. Versinhos e tudo mais. Este poema nem título têm, então vou chamá-lo simplesmente de Novus, há muito tempo queria colocar algo com gosto de "moderno". Iria ser maior e com mais detalhes como a Praça Batista Campos e de que coisas que vi e senti, mas daí perderia o elemento de grande abstração que quero por. Por enquanto só tirando a poeira enquanto não escrevo um poema maior (Novus se tornou o esboço para outro poema) ou uma resenha para o blog. Não vou entregar as mensagens de bandeja, mas só por nota de curiosidade: a parte de Serzedêlo e Pariquis é uma referência a um flanelinha que ameaçou o outro com uma faca por estas ruas, ninguém se feriu.

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